Dobra de pele benigna na borda do ânus, geralmente sequela de hemorroida ou fissura antiga. Não é perigoso, mas pode incomodar na higiene e na autoestima — e tem solução simples.
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Sobre a condição
Sintomas
Diagnóstico
O diagnóstico é feito na consulta, com a inspeção da região anal — um exame rápido, visual, feito com privacidade e respeito. O toque retal e a anuscopia complementam a avaliação quando é preciso afastar hemorroidas internas ou outras condições associadas, como uma fissura ainda ativa por trás de um plicoma sentinela. O ponto central do diagnóstico é diferenciar o plicoma de outras lesões parecidas — hemorroida externa, condiloma (verruga de HPV) e lesões que mereçam biópsia. Em caso de qualquer dúvida, a análise do tecido (histopatológico) dá a resposta definitiva.
Tratamento
Plicoma sem sintoma não precisa de nenhum tratamento — saber que é benigno já resolve a maior parte da angústia. Cremes e pomadas não fazem a pele redundante desaparecer, e não há por que usá-los com esse objetivo. Quando o plicoma atrapalha a higiene, causa irritação recorrente ou incomoda esteticamente, o tratamento é a remoção cirúrgica (exérese local): um procedimento pequeno, geralmente com anestesia local, em regime ambulatorial, com recuperação rápida. A região é retrabalhada para que a borda anal fique lisa, facilitando a higiene. Quando o plicoma acompanha doença hemorroidária que também precisa de tratamento, a remoção pode ser feita no mesmo tempo cirúrgico da hemorroidectomia — resolvendo os dois problemas de uma vez. E se houver uma fissura crônica associada (plicoma sentinela), o foco principal é tratar a fissura; o plicoma é abordado junto, quando indicado.
Procedimentos relacionados
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